sexta-feira, 18 de janeiro de 2013

DESCASO E MAU ATENDIMENTO NA UPA SÃO BENEDITO


DESCASO E MAU ATENDIMENTO NA UPA SÃO BENEDITO

Ao precisar de atendimento na Unidade de Pronto Atendimento do Bairro São Benedito, o munícipe pode levar até 4 horas na fila de espera. 

Foi o que aconteceu no dia 11 de janeiro de 2013, após sofrer um acidente de transito em horário de trabalho com a Sra. Adriana de Fatima Ribeiro de 35 anos. O resgate a encaminhou para a UPA 24H do Parque do Mirante, onde foi constatada uma fratura no pé esquerdo, que a medicou e a direcionou para a UPA São Benedito.
Ao chegar com o pé fraturado na Unidade (com ajuda de familiares porque não havia ambulância disponível para remoção) começaram os problemas. Na triagem para atendimento, a munícipe depara-se com funcionários despreparados para lidar com o sofrimento alheio, a fazendo esperar em pé, sem ao menos se preocupar se há cadeiras de rodas disponíveis aos pacientes. 

Ao final do atendimento a paciente começou a sentir tonturas e a passar muito mal a pondo de perder os sentidos. Ao procurar o Coordenador, seu marido o Sr. Antonio Candido de Oliveira Neto, 31 anos informa que foi omitido socorro imediato a paciente, sendo necessária uma nova triagem e que a mesma voltasse a fila de espera. O munícipe informa ainda que na ocasião foi recusado a paciente, desde uma cadeira de rodas até uma maca para sua esposa desfalecida. informa também que foi tratado com descaso, e grosserias aos gritos pelo coordenador da UPA São Benedito a ponto de fazer o munícipe levar sua esposa sem receber atendimento, desfalecida para casa.

"...Nunca fui tratado com tanto descaso e rispidez em minha vida, só procurei que atendessem novamente minha esposa que estava caída, com o pé quebrado, na entrada da Unidade. Acredito que as pessoas elegidas para lidar com saúde pública, devem ter sensibilidade para lidar com situações de sofrimento alheio e situações de pressão, mas infelizmente não é o que observamos ao utilizarmos os serviços de utilidade pública dessa cidade. Parece muito mais do que uma simples questão de incompetência do servidor, é um descaso com a dignidade da pessoa humana..." Informou.

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